Os “ídolos” de barro – ou de vidro, ouro, pedra... – se quebram algum dia. Você pode aceitar viver com um ídolo rachado, se não perpetuamente aleijado; ou pode simplesmente dar as costas. O importante é que não existe escolha errada. A consciência de que somos todos humanos, pelo menos em mente. De que comentemos erros, falamos besteiras, defendemos o lado errado das questões, isso sem mencionar certas questões onde não há lado certo. Tentamos evitar comportamento indevido ou, genericamente falando, "errado", mas não garantimos a perfeição. Logo, tudo o que temos a fazer é pedir perdão, e se você não pode conviver com isso, vou pedir que saia sem incomodar o resto do mundo.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
A fonte de toda a criação é a conscientização
pura...a potencialidade pura que busca expressar-se do não manifesto
ao manifesto...O universo opera através de trocas dinâmicas...dar
e receber são diferentes aspectos do fluxo da energia
universal.Toda ação gera uma força energética que retorna a
nós da mesma forma...O que semeamos é que colheremos
amanhã. Em nossa própria capacidade de dar tudo aquilo que
almejamos encontra-se a chave para atrair a abundância do universo - o
fluxo da energia universal - para a nossa vida.E quando escolhemos ações que levam felicidade e
sucesso aos outros, o fruto deste ato é sem dúvida alguma a felicidade e
o sucesso que certamente nos virão.E quando utilizamos as forças da harmonia, da
alegria, do amor, atraímos sucesso e boa sorte
facilmente.A inteligência da natureza opera pela lei do mínimo
esforço...sem ansiedade, com harmoniae amor.É inerente a toda intenção e a todo desejo o
mecanismo da sua realização... a intenção e o desejo têm, no campo da
potencialidade pura, o poder da organização infinita.No distanciamento está a sabedoria da
incerteza...na sabedoria da incerteza está a libertação do passado, do
conhecido, que é a prisão dos velhos condicionamentos. E na mera
disponibilidade para o desconhecido, para o campo de todas as
possibilidades, rendemo-nos à mente criativa que rege o
universo.E quando introduzimos uma intenção no campo fértil
da potencialidade pura,colocamos essa infinita organização a nosso
serviço.Todos têm um propósito de vida... um dom singular
ou um talento único para dar aos outros. E quando misturamos esse
talento singular com benefícios aos outros, experimentamos o êxtase
da exultação de nosso próprio espírito - entre todos,o supremo
objetivo.Dinheiro...
Ex-diretor do Banco Central e atual economista-chefe do Itaú-Unibanco, o economista Ilan Goldfajn reúne a experiência de quem esteve no governo, está no mercado e tem um conhecimento acadêmico inquestionável (é PHd no Massachusetts Institute of Technology). Nesta entrevista, por telefone, ao Poder Econômico, Goldfajn elogia, com algumas ressalvas, as medidas anticíclicas do governo. Mas alerta sobre um risco que a crise trouxe, de novo, ao cenário brasileiro: o fator surpresa. Segundo ele, é isso que está assustando o investidor estrangeiro. “Medidas de política econômica demandam tempo de maturação”, diz. Ah sim, para quem gosta de projeções, Goldfajn arrisca um crescimento do PIB de 2% em 2012 e a taxa básica de juros (Selic) em 7,5% em dezembro. Eis nossa conversa:
Poder Econômico – Qual a sua opinião sobre o antigo debate, que virou novo, sobre estímulo ao consumo versus investimento?
Ilan Goldfajn – A economia está crescendo pouco, demorando a reagir, logo é preciso estímulo. Quanto mais, melhor. Estímulos de queda de juros, redução tributária são importantes. Defendo essa linha, com ressalvas à forma.
Poder Econômico – E a inflação?
Ilan Goldfajn – Já vi mais risco. Com a quantidade de estímulos adotados no início do ano, fiquei preocupado. Agora estou menos. A economia está reagindo em ritmo lento. É o resultado da combinação de dois fatores: internacional e interno. Os investidores estão segurando para ver como vai ser o comportamento da economia lá fora. Mas, mesmo com menos investimentos, o risco de inflação é baixo.
Poder Econômico – Com os estímulos, como analisa o risco fiscal?
Ilan Goldfajn – O governo está começando a expandir, mas não estou vendo os gastos explodirem este ano. Há controle dos gastos com funcionalismo – tanto que tem várias áreas em greve. Há estagnação dos gastos de Previdência. Então a expansão tem que continuar porque está sendo feita muito mais via corte de impostos. É uma política que eu recomendaria.
Ilan Goldfajn – Não. Tem coisas que eu não faria. Há um excesso de intervenção no câmbio, por exemplo. A questão do IOF, de aumentar, reduzir, aumentar, reduzir. Essas medidas setoriais sou contra. Defendo as medidas horizontais, como redução dos juros. É tentar por aí estimular o investimento. Ainda não pegou, mas é por ai. A iniciativa privada está mais lenta na reação. O governo tem que tentar com investimentos próprios, embora tenha o desafio de entraves burocráticos, leis ambientais e tudo o que a gente sabe que protela o investimento do governo.
Poder Econômico – O capital estrangeiro perdeu a euforia com o Brasil?
Ilan Goldfajn – Todos nós que estamos sempre em contato e conversando com investidores estrangeiros temos sentido isso. Mas não são todos os investidores. Aquele que está chegando pela primeira vez ao Brasil, está investindo e sentindo algum retorno, não. Este mantém. Está aí a balança de pagamentos de maio registrando 3,7 bilhões de dólares. Este ok. Mas tem investidores que compram papéis, ações, este está mais reticente.
Poder Econômico – Qual a preocupação maior?
Ilan Goldfajn – Em resumo, eles estão achando que tem muita medida de frequência muito alta.
Poder Econômico – Traduzindo: interferência demais.
Ilan Goldfajn – Não diria assim. Não é a forma. São medidas que entram e saem de cena muito rápido. É o fator surpresa que incomoda esses investidores. Eles buscam a estabilidade. Há muito tempo não viam isso no Brasil e a reação à crise recolocou esse timing na política econômica. É a questão da velocidade.
Poder Econômico – Mas a reação não exige esse timing?
Ilan Goldfajn – Às vezes é uma boa forma de fazer. Por exemplo, acho ruim ano após ano aumentar gastos e depois cobri-los com aumento da arrecadação para todo mundo ficar feliz.
Poder Econômico – Essa era a nossa tradição.
Ilan Goldfajn – Há décadas. Esse é um governo pragmático, tem sensibilidade para perceber o que está ocorrendo no dia a dia. Tem objetivo de crescimento. Mas as medidas de política econômica demandam tempo de maturação. Não dá para reverter logo depois, mudar as regras tão rápido. Um lado positivo, porém, é que essa história de ampliar a arrecadação está fora do cenário. Acho que esse ano teremos um superávit primário menor, mas com arrecadação menor também e, espera-se, mais investimentos.
Relações
A questão da comunicação entre as pessoas é hoje um aspecto que ganha destaque por sua relevância na qualidade de vida. Não raras vezes, assistimos assustados episódios nos telejornais, expondo situações corriqueiras, próprias do cotidiano , que terminam em ações violentas, chegando, por vezes, às ultimas conseqüências. Do mesmo modo assistimos conflitos que envolvem até os órgãos responsáveis, eles próprios, pela segurança.
Tudo isso vai delineando um formato social preocupante, onde o imediatismo, a intolerância com a dificuldade, seja em que grau for, vão assumindo a tonalidade predominante nas relações pessoais.
Isso nos remete à perguntas essenciais : o que foi que houve com a dádiva da fala? Em que momento deixamos de utilizar recursos, que nos são próprios, para nos comportarmos de modo irracional? Quando foi que a conversa, velha e boa conversa, saiu da pauta de nosso dia a dia deixando um espaço sem regras, dentro da dinâmica social?
Apontar o dedo para a sociedade, tratando-a como “sórdida, falida, hipócrita”; classificando-a severamente como a vilã da história, de nada nos ajudará, uma vez que sociedade é a reunião de pessoas, e portanto, nos inclui definitivamente, tornando-nos elementos integrantes e participativos dentro dela, seja de modo pro ativo ou não. A sociedade, portanto, não é uma “entidade”, um “ser”, mas é a reunião das pessoas, e estas sim, é que determinam as características que a sociedade terá.
Se desejarmos uma sociedade diferente, teremos que mudar as pessoas; a maneira de pensar e sentir, para que se possa alterar a conduta, já que são essas maneiras de ser que determinam o comportamento do ser humano.
Sem dúvida a linguagem é a principal forma de comunicação e transmissão do conhecimento, idéias, crenças e até emoções. Sua expressão no processo do relacionamento social é determinante.
O convívio coletivo garante a saúde do grupo e enriquece, sobremaneira, o indivíduo que se dispõe a dedicar-se na arte da conversa. Seja ela técnica, acadêmica, social, não importa, é a conversa que cria o elo que ativa a “liga” da sociedade.
Quando falamos em comunicação interpessoal, podemos pensar em pontes. Criar pontes entre os corações, me parece uma maneira simples de compreender a questão. Quanto mais pontes criamos, mais opções teremos por onde transitar. Lembrando sempre que cada qual passeia pelas pontes sem aprisionar ninguém em seu “território” e nem abandonar o seu em detrimento do outro. Este ir e vir entre o coração das pessoas é, em verdade, a base do movimento social autêntico. Quando as pessoas convivem dentro deste trânsito parece haver naturalmente harmonia e entendimento. A conversa, é o meio do qual dispomos a nos fazer entender. Possui regras que asseguram um bom desempenho, de modo a facilitar as relações interpessoais.
O primeiro passo para interferirmos na sociedade e instaurar, em definitivo, a harmonia nas relações, é investirmos na comunicação, praticar a arte do diálogo e recuperar a dignidade de nossa espécie, que é a única, entre os animais, apta a compreender e ser compreendido.
Ainda é preciso considerar o poder que as palavras exercem sobre nos. Quando ouvimos um elogio, há um bem estar que nos invade e acaba por influenciar nossas ações. Da mesma maneira, quando ouvimos uma ofensa, reagimos de acordo com ela, e passamos a nos comportar também de acordo. Esse simples exemplo evidencia a importância que as palavras têm no convívio social.
Talvez, a informalidade como se apresenta hoje, onde todos falam tudo para todos, tenha alguma responsabilidade na questão da disseminação da violência na sociedade, em todas as instâncias. Acho pertinente que se reflita sobre esta questão.
Não se pode negar que a palavra exerce poder sobre nos. Bom lembrarmos que além da palavra em si, a forma como ela é pronunciada, a tonalidade que se usa para proferi-la traz reações também próprias, que se manifestam no comportamento. Portanto, a gentileza, docilidade, aspereza, impaciência, enfim, a forma como se fala algo a alguém, traz sempre resultados compatíveis à sua natureza.
Ao construirmos pontes entre os corações das pessoas, há ainda um aspecto importantíssimo. Quando falamos com alguém, devemos fazê-lo olhando nos olhos de nosso interlocutor, de tal modo que ele possa ver as reações de nosso olhar. Diz um dito: o que a boca fala os olhos tem que endossar. Isso é imprescindível. A comunicação interpessoal embora se apóie na linguagem, conta com todos esses elementos constitutivos, que complementam as informações e facilitam que ocorra o entendimento.
Há todo um universo de comunicação entre as pessoas para ser explorado. E quanto mais nos dedicarmos a ele, melhor será a relação entre as pessoas que, na atual conjuntura, parece estar frágil e debilitada, esperando a interferência de todos nós.
Acredito que a paz é alicerçada no entendimento dos Homens, e para tanto, há que se aperfeiçoar a arte de dialogar.
Tudo isso vai delineando um formato social preocupante, onde o imediatismo, a intolerância com a dificuldade, seja em que grau for, vão assumindo a tonalidade predominante nas relações pessoais.
Isso nos remete à perguntas essenciais : o que foi que houve com a dádiva da fala? Em que momento deixamos de utilizar recursos, que nos são próprios, para nos comportarmos de modo irracional? Quando foi que a conversa, velha e boa conversa, saiu da pauta de nosso dia a dia deixando um espaço sem regras, dentro da dinâmica social?
Apontar o dedo para a sociedade, tratando-a como “sórdida, falida, hipócrita”; classificando-a severamente como a vilã da história, de nada nos ajudará, uma vez que sociedade é a reunião de pessoas, e portanto, nos inclui definitivamente, tornando-nos elementos integrantes e participativos dentro dela, seja de modo pro ativo ou não. A sociedade, portanto, não é uma “entidade”, um “ser”, mas é a reunião das pessoas, e estas sim, é que determinam as características que a sociedade terá.
Se desejarmos uma sociedade diferente, teremos que mudar as pessoas; a maneira de pensar e sentir, para que se possa alterar a conduta, já que são essas maneiras de ser que determinam o comportamento do ser humano.
Sem dúvida a linguagem é a principal forma de comunicação e transmissão do conhecimento, idéias, crenças e até emoções. Sua expressão no processo do relacionamento social é determinante.
O convívio coletivo garante a saúde do grupo e enriquece, sobremaneira, o indivíduo que se dispõe a dedicar-se na arte da conversa. Seja ela técnica, acadêmica, social, não importa, é a conversa que cria o elo que ativa a “liga” da sociedade.
Quando falamos em comunicação interpessoal, podemos pensar em pontes. Criar pontes entre os corações, me parece uma maneira simples de compreender a questão. Quanto mais pontes criamos, mais opções teremos por onde transitar. Lembrando sempre que cada qual passeia pelas pontes sem aprisionar ninguém em seu “território” e nem abandonar o seu em detrimento do outro. Este ir e vir entre o coração das pessoas é, em verdade, a base do movimento social autêntico. Quando as pessoas convivem dentro deste trânsito parece haver naturalmente harmonia e entendimento. A conversa, é o meio do qual dispomos a nos fazer entender. Possui regras que asseguram um bom desempenho, de modo a facilitar as relações interpessoais.
O primeiro passo para interferirmos na sociedade e instaurar, em definitivo, a harmonia nas relações, é investirmos na comunicação, praticar a arte do diálogo e recuperar a dignidade de nossa espécie, que é a única, entre os animais, apta a compreender e ser compreendido.
Ainda é preciso considerar o poder que as palavras exercem sobre nos. Quando ouvimos um elogio, há um bem estar que nos invade e acaba por influenciar nossas ações. Da mesma maneira, quando ouvimos uma ofensa, reagimos de acordo com ela, e passamos a nos comportar também de acordo. Esse simples exemplo evidencia a importância que as palavras têm no convívio social.
Talvez, a informalidade como se apresenta hoje, onde todos falam tudo para todos, tenha alguma responsabilidade na questão da disseminação da violência na sociedade, em todas as instâncias. Acho pertinente que se reflita sobre esta questão.
Não se pode negar que a palavra exerce poder sobre nos. Bom lembrarmos que além da palavra em si, a forma como ela é pronunciada, a tonalidade que se usa para proferi-la traz reações também próprias, que se manifestam no comportamento. Portanto, a gentileza, docilidade, aspereza, impaciência, enfim, a forma como se fala algo a alguém, traz sempre resultados compatíveis à sua natureza.
Ao construirmos pontes entre os corações das pessoas, há ainda um aspecto importantíssimo. Quando falamos com alguém, devemos fazê-lo olhando nos olhos de nosso interlocutor, de tal modo que ele possa ver as reações de nosso olhar. Diz um dito: o que a boca fala os olhos tem que endossar. Isso é imprescindível. A comunicação interpessoal embora se apóie na linguagem, conta com todos esses elementos constitutivos, que complementam as informações e facilitam que ocorra o entendimento.
Há todo um universo de comunicação entre as pessoas para ser explorado. E quanto mais nos dedicarmos a ele, melhor será a relação entre as pessoas que, na atual conjuntura, parece estar frágil e debilitada, esperando a interferência de todos nós.
Acredito que a paz é alicerçada no entendimento dos Homens, e para tanto, há que se aperfeiçoar a arte de dialogar.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir pois amo este meu chão...” Cleide Canton.
Hesitei muito antes de escrever este texto. Hesitei por entender que as
minhas palavras são demasiado pequenas e simples para falar de um Repensar.
Refletir. Realocar. Realojar. Recomeçar tudo; outra vez. Mas não
se fala em outra coisa na rua, nos bares, nos encontros casuais e muitos
aproveitam o ensejo para destilar as suas frustrações, as suas inquietações, as
suas mágoas, a sua revolta contra a Justiça que não faz de sua principal função
que deveria ser um sacerdócio na busca da Justiça Social (um Postulado). Nesse sentido,
os que têm como dever fazê-la hoje só sabem atiram pedras para todos os lados,
sem se preocupar com o alvo. O que vale mesmo é espezinhar, desacatar,
desonrar, vomitar frustrações e complexos contra o alvo prediletos que, ao que
parece, somos nós pobres mortais.
Diz-se que justiça tardia é injustiça! Porém, não se pode
esquecer que justiça mal feita também o é! Tracemos um paralelo. O
médico-cirurgião não pode errar. Se o fizer, o paciente morre. Ou seja, há de
ser exímio no que faz. Ai deste se aquele, por exemplo, porque tenha outras
cirurgias a fazer, se precipitar no manejo do bisturi.
Com o Julgador é quase a mesma coisa. Ai do direito das partes
se, em nome da correria (a chamada produtividade), deixar de lado a
indispensável leitura dos autos e o cuidado na precisa aplicação do Direito.
Para a Justiça, será a morte.
Mais que noutro tempo qualquer, virou moda dizer que bom Julgador
é aquele que muito produz. Todavia, cabe se investigue daquilo que se está a
produzir. Noutras palavras, da qualidade do trabalho prestado, sob pena de se
dizimar a justiça do caso concreto, em prejuízo da pacificação social.
Sejamos mais objetivos. Existem muitos brasis neste Brasil.
Exemplificando, no âmbito da Justiça....Assim, uma coisa é a visão da
problemática da dinâmica de trabalho há de variar, pois, pontualmente, segundo os
característicos e peculiaridades de cada qual. No mesmo passo, a análise e o
enquadramento das possíveis soluções, sem o inconveniente da chamada “vala
comum”.
O próprio sentido de isonomia traduz a arte de se tratar
desigualmente os desiguais. Ora, na medida em que se igualam situações
dessemelhantes, incorre-se em injustiça – sobretudo, à população que se sirva de
um Judiciário desviado da função precípua de bem julgar, conquanto atrelado à
missão política de julgar muito (custe o que custar).Tudo isso, além da capacidade individual – quão desigual – de
cada Julgador. Há os que julgam muito e bem; há os que, julgando muito bem,
produzem menos e há aqueles que, por terem de produzir muito, acabam julgando
mal. Aqui, o risco maior da “morte do Direito”. Pior, do sentido de pacificação
social pela arte de dar a cada um o merecido. Eu preferi terminar este
texto com uma das tantas passagens prosaicas, sem ser vulgar, envolvendo
figuras do judiciário brasileiro, antes de citar trechos de Cleide Canton,
poetisa e bacharela em direito, que muitos atribuem a Rui Barbosa. Na poesia
“Sinto vergonha de mim” Rui Barbosa, aproveitando-se de uma inspiração nata
vomitou em letras aquilo que muito de nós aplaudimos, mas poucas vezes
praticamos: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas
mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter
vergonha de ser honesto.”
Justiça para quem precisa.....
Em quais caminhos trilha a nossa justiça
O Homem é uma criação divina, semelhança do Criador, embora esteja muito distante da perfeição do Criador, foi provido de livre arbítrio, o que lhes permite escolher entre o bem e o mal, o bom e o ruim, e acima de tudo escolher entre os bons o melhor. A conduta do Ser Humano é cheia de altos e baixos, porém, todos sabem que essa condição do comportamento a sabedoria pode ser esmerar. Esta circunstância exigiu a inclusão na Vida do Homem de um conceito Ético e Moral, com padrões nos ensinamentos Bíblicos e baseados nos princípios de Liberdade e Igualdade, fiscalizados pela Justiça e ordenado pelo conjunto de leis desenvolvidas pelos Homens no curso de sua existência.
O Homem dentro da sua fragilidade no aspecto perfeição, ainda bambeia nas trilhas da consagração da Justiça, o que deixa, na maioria das vezes muito a desejar, provocando prejuízos às vezes até imensuráveis e irreversíveis ao semelhante. Este fato é justificado pela aplicação da primeira emoção nas decisões, ignorando os princípios da Razão. O discernimento lhes é farto, contudo, quando a sabedoria não faz parte das suas certezas, abre-se o espaço para que as conveniências falem mais alto, conduzindo-o a um labirinto de caminhos que fatalmente o levará para saciedade carnal, e ele começa a pensar que pode tudo, a sentir-se Deus e é assim que o detentor do Poder só erra. Mas, para ele pouco importa a conotação de certo ou errado em suas atitudes, pois ele se considera o próprio Deus, assim sendo, o importante é que dentro de suas convicções ele julgou e decidiu, colecionando mais um troféu em seu armário, do que ele considera honraria.
Na historia da Justiça em todo mundo, sempre vamos ter casos onde o entendimento de Justiça passa aquém do sentido da palavra. Mecanismos são criados a fim de conter este perigoso impulso. Mas, o sentimento de honradez é uma causa de Humildade, Solidariedade, e de uma consciência solidificada sobre os alicerces da Honestidade, do Respeito, da Moral, e da Ética. Enquanto não forem estes atributos absorvido pelo Homem, mecanismos serão criados e em contrapartida, recursos serão desenvolvidos no intuito de burlar o processo de inibição dos atos iníquos.
Noticias do Lobo.....
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Globo.com - há 39 minutos
Löw
aposta em trio ofensivo de suplentes para superar rivais em Gdansk e
alcançar quarta vitória consecutiva. Rival sai do duelo entre Itália e
Inglaterra Nada de titulares no ataque. Foi com uma formação sem o
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RIO
DE JANEIRO, 22 Jun (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou
nesta sexta-feira que o texto final da Rio+20 é apenas "um ponto de
partida" e que um próximo passo deve envolver o financiamento de medidas
para o desenvolvimento sustentável.
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Economia - iG - há 1 hora
Na
sede do Grupo Pão de Açúcar, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, nº.3142,
Abílio Diniz realizou um breve discurso durante a reunião do conselho
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começou às 14h e terminou pouco antes ...
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R7 - há 1 hora
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sentido contrário da oposição, que quer fazer uma devassa na
empreiteira Delta para entender as relações da construtora com o
bicheiro Carlinhos Cachoeira, os deputados e senadores do governo vão
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Yahoo - há 24 minutos
BRASÍLIA,
22 Jun (Reuters) - Diante do cenário externo mais conturbado, que terá
reflexos na atividade econômica do país, o Banco Central reduziu nesta
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Yahoo - há 48 minutos
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- Os advogados de defesa do atirador norueguês Anders Behring Breivik
anunciaram nesta sexta-feira querer que ele seja declarado são e tenha
permissão para assumir a responsabilidade por suas ações. O pedido é um
contra-ataque ao pedido da ...
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Agora MS - há 2 horas
Os
líderes das primeiras quatro economias da zona do euro, Alemanha,
França, Itália e Espanha, concordaram nesta sexta-feira (22) que a União
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22 Jun (Reuters) - O Parlamento paquistanês elegeu na sexta-feira o
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de forças da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), um cerco
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Terra Brasil - há 26 minutos
FILADÉLFIA,
EUA, 22 Jun 2012 (AFP) -Um alto responsável da Igreja Católica nos
Estados Unidos foi considerado culpado de acobertar atos de pedofilia,
apesar de ter sido absolvido de três acusações, no primeiro julgamento
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Último Segundo - iG - há 1 hora
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sexta-feira, no canteiro de obras da futura Estação Eucaliptos, da linha
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Folha Paulistana Online - há 6 horas
Leitura
pode não somente trazer cultura como auxiliar na diminuição da pena
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presidiários de penitenciárias no Brasil - Foto SXC Leitura pode não
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Reuters Brasil - há 1 hora
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Estudos Climáticos (Cptec) divulgado nesta sexta-feira mostra que vários
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2008 e 2011.
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