terça-feira, 28 de maio de 2013

Estimulado pela decisão do Metropolitan Museum of Art (Met), em maio, de devolver duas estátuas roubadas, o Camboja está pedindo a outros museus que examinem quaisquer antiguidades khmer que tenham adquirido depois de 1970, quando um período de 20 anos de guerra civil e genocídio deram aos ladrões passe livre para saquear os templos antigos do país."Nós estamos pedindo a ajuda de todos os museus e colecionadores americanos, para que, caso mantenham essas estátuas ilegalmente, devolvam-nas ao Camboja", disse recentemente Ek Tha, porta-voz do Conselho de Ministros, órgão de governo da nação. Eles "deveriam seguir o exemplo do Metropolitan Museum of Art", completou.Centenas de antiguidades cambojanas estão em museus americanos, bem como nas mãos de estituições estrangeiras e colecionadores particulares. Muitas foram adquiridas depois de 1970 e não têm registros de como deixaram o Camboja. Autoridades cambojanas disseram ter um interesse particular em estátuas que elas acreditam terem pertencido ao templo onde ficava a dupla de estátuas do Met e que supostamente teriam sido levadas ilegalmente depois de 1970.O templo, com mais de mil anos, chamado Prasat Chen, exibia dois grupos de narrativas de esculturas ilustrando contos de épicos hindus. Os grupos tinham cerca de uma dúzia de estátuas ao todo, e seis delas foram rastreadas nos Estados Unidos. O Camboja alega que o Denver Art Museum, o Cleveland Museum of Art e o Norton Simon Museum em Pasadena, Califórnia, têm, cada um, uma estátua ligada ao Prasat Chen. Duas outras estátuas, um par de "atendentes ajoelhados" que guardavam a entrada das galerias asiáticas do Met, serão devolvidas no próximo mês.Uma sexta estátua, que é assunto de um caso no tribunal federal em Nova York, está em poder da Sotheby's, que a retirou da lista de objetos para leilão em 2011, depois de uma reclamação do Camboja. O Ministério da Justiça dos Estados Unidos pretende apreender a estátua em nome do Camboja, mas representantes da Sotheby's dizem que ela foi adquirida legalmente por seu dono.
Sabemos muito bem que Jesus foi condenado em nosso lugar por derramar Seu sangue na Cruz. Mas por quê Jesus, o próprio Deus em pecados, teve que suportar esta condenação na Cruz? Há causas e efeitos em todas coisas. Que Jesus morreu na Cruz para nossos pecados muito proximamente está relacionado ao acontecimento de Seu batismo, quando foi batizado por João Batista no Rio Jordão, era uma forma de nos colocar em suas mãos. O Apóstolo Pedro disse em 1 Pedro 3:21 que aquele batismo é um modelo que nos salva. Isso significa que Jesus veio pelo batismo e pela cruz.

Direito.Positivo.

 Positivismo

A sociedade evolui e esta evolução, é incompatível com a evolução violenta. Por isso a sociedade para Comte deve ser sempre harmônica. A sociedade se estrutura de dois modos: dinâmica e estética. O dinâmico, seria esta evolução da sociedade e o estético a ordem social, que se preocupa em estudar a consenso (solidariedade) ou organismo social em suas relações com as condições de existência, traçando a teoria da ordem. A dinâmica parte do conjunto para as particularidades, e determina o progresso geral da humanidade.

Impacto e continuidade do Positivismo:

As ideias de Comte nunca foram aceitas no todo, mesmo por seus seguidores. Os que utilizaram-se do pensamento o fizeram por parte, como por exemplo Pierre Lafftti que é um dos mais fiéis seguidores aceitando inclusive a religião. Outros como Littré e Taine, fundaram a escola francesa e os Ingleses Spencer e Stuart Mill. No Brasil aparece Benjamin Constant que alia os conceitos, aos ideais republicanos, juntamente com Luiz Pereira Barreto, Miguel Lemos e Teixeira Mendes. O que mais perdurou, porém, do positivismo de Comte foi a proposta de uma filosofia e uma metodologia da ciência. Taine (1828-1893) tornou-se conhecido pelas leis da sociologia, segundo as quais toda vida humana se explica por 3 fatores: a raça, o meio e o momento. A raça que traz os caracteres hereditários, o meio onde o indivíduo é submetido a fatores geográficos e o momento que é a época em que se vive. Ou seja, o homem não é livre, mas determinado por fatores, aos quais não pode escapar. Esta teoria se estende ao direito com Lombroso, que com ela pretendia encontrar o criminoso nato. Na literatura surge a preocupação de ver o comportamento humano, sem a possibilidade de transcendência, como por exemplo Émile Zola, romancista francês, onde se pretende substituir o homem abstrato e metafísico, pelo homem natural, submetido as leis físicas-químicas determinada pelas influências do meio. No Brasil Aluízio Azevedo enquandra-se nesta linha com as obras: O mulato, o cortiço e casa de Pensão. Em nosso século após a 1º guerra houve um ressurgimento do positivismo através do movimento neopositivista, do círculo de Viena e o positivismo lógico e perduram até hoje, quando se despreza a metafísica e se super valoriza a experiência e a prova, a confiança sem reservas a ciência, o esforço pela forma científica a fenômenos sociais, com uma sociedade planejada, organizada, prevista e controlada em todos os seus níveis. Herbert Spencer um agnóstico detalha a descrição histórica das instituições sociais e os princípios do evolucionismo social. Advoga um individualismo extremo, que ir florescer plenamente na obra "O homem contra o Estado" (tida como a obra mais positiva). Classificou Kant como idiota ao saber que este considerava o tempo e o espaço como percepção dos sentidos. Nega a lei dos 3 estados de Comte, mas afirma o princípio evolutivo. Augusto Conte, ao escrever o livro "Curso de Filosofia Positiva" propiciou inúmeras e significativas mudanças na História da Filosofia Universal, sendo considerado um divisor de águas, principalmente por ter elaborado célebres conceitos como a "Lei dos três estados" em que, segundo Comte, todas as ciências e o espírito humano desenvolveram-se através de três fases distintas: a Teológica que se vincula principalmente a imaginação, a Metafísica que por mais que tenha pontos de tangência com a Teológica diferencia-se por relacionar-se com uma maior argumentação e por fim, a Positiva que segundo o autor seria a perfeita e de maior desenvolvimento científico. O pensamento Positivo, segundo Comte, iniciou-se com os métodos de Descartes e de Bacon na época Moderna, já que esses foram os primeiros a buscarem as leis imutáveis, abandonando as causas dos acontecimentos e valorizando os fenômenos observáveis. Com tudo isso, é valido averiguar o importante legado e suas consequências que o pensamento Positivo nos deixa, como as Ciências Sociais, já que fora com Conte as primeiras noções da importância da sociologia como ciência para resoluções dos problemas da humanidade. Além disso, fora nos ideais positivistas que surgiram as ideias daquilo que hoje conhecemos, nas ciências, como mutidiciplinariedade sendo um relevante instrumento de relação e consequentemente de desenvolvimento centífico-tecnológico.

terça-feira, 21 de maio de 2013

A Dialetica da Separação

Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação.De alguma forma a gota de chuva aparecerá de novo,o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora. Morte e ressurreição.Na dialética do amor, a própria dialética do divino. Quem não pode suportar a dor da separação, não está preparado para o amor.Porque o amor é algo que não se tem nunca.É evento de graça. Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E quando ele volta,a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro.Existem duas dores de amor:A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,  sem sentimento especial por aquela pessoa.Dói também… Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.  Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.É que, sem se darem conta, não querem se desprender.Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,Lembrança de uma época bonita que foi vivida…Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual  a gente se apega. Faz parte de nós.  Queremos,logicamente,voltar a ser alegres e disponíveis,  mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez,por isso,costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais,mas interessa o amor que sentíamos por ela,aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas:“Eu amo, logo existo”.Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou,externamente,sem nossa concordância,mas que precisa também sair de dentro da gente…E só então a gente poderá amar, de novo!
 

Inteligência...!

Para que os homens possam sentir-se felizes com a minha companhia, é necessário antes de tudo que eu tenha a grande força de ver como prováveis as opiniões a que aderiram, desde que as não venham contradizer os factos que posso observar; não devo supor-me infalível; não devo considerar-me a inteligência superior e única entre o bando de pobres seres incapazes de pensar; cumpre-me abafar todo o ímpeto que possa haver dentro de mim para lhes restringir o direito de pensarem e de exprimirem, como souberem e quiserem, os resultados a que puderam chegar; de outro modo, nada mais faria de que contribuir para matar o universo: porque ele só vive da vida que lhe insufla o pensamento poderoso e livre.
O povo está divorciado da cultura, e encolhe-se cada vez mais na sua fome e na sua ignorância. Somos nós, os que saímos dele e o queremos verdadeiramente servir, que temos o dever de o procurar, de o esclarecer, de o interessar activamente na sua própria salvação. Que lhe importam os grandes livros, se ele os não pode nem sequer ler? Que lhe importam as grandes sinfonias, se ele as não sabe ouvir? é urgente chamar o povo à realidade nacional. É preciso interessá-lo de verdade no processo social, onde ele tem o único papel que conta. — Para isso?... — Convidá-lo desde já a votar livre e claramente. Chamá-lo a determinar-se, a escolher os seus homens, a responsabilizar-se no seu destino, — Esse destino é?... — O destino de todos os corpos vivos: crescer, multiplicar-se, procurar a felicidade, e deixar no seu caminho uma nítida e aberta marca de compreensão e de amor.

domingo, 12 de maio de 2013

Amigos para Sempre


Amizade é um relacionamento humano que envolve conhecimento mútuo, seja real ou virtual, e que leva a uma estima e afeição. Amigos sentem-se bem na companhia real ou virtual, um do outro. Geralmente a amizade leva a um sentimento de lealdade entre si, ao ponto de colocarem os interesses do outro à frente de seu próprio interesse. Amizade resume-se em lealdade, confiança e amor, seja fraterno ou mais profundo e como Carl Rogers diz: é a aceitação de cada um como realmente ele é. Amigos são pessoas muito importantes na nossa vida. Aos verdadeiros amigos podemos desabafar, confiar e contar com eles. Em presença, além de se compartilharem momentos um em companhia do outro, eles também gostam de trabalhar, ou estudarem juntos. Os amigos evitam ser sufocantes ao outro para que haja respeito nos direitos do outro e sufoca-lo com exigências corre-se o risco de perdê-lo. A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, e uma necessidade de proteger e ser protegido por outros seres da espécie. Faz parte da amizade, não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos. Alguns amigos se denominam 'melhores amigos'. Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges. Funcionam quase que como um 'confessionário'. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas..Os amigos se sentem atraídos pelos outros pela forma que eles são e não pelo que eles possuem. As verdadeiras amizades tudo suportam, tudo esperam, tudo crêem e tudo perdoam pelo simples fato de existir entre eles o verdadeiro amor fraterno. Por muito que se possa explicar psicologicamente sobre a amizade e por muito que falem dela como um objeto científico e a estudem, a amizade é um sentimento que se deve preservar a todo o custo. Em caso de perda da amizade sugere-se a reconciliação e o perdão.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Destruindo um mundo.....

Às vezes olho pra vida nossa e consigo claramente perceber um processo um tanto quanto curioso (pra não incluir já no começo um julgamento de valor): passamos os primeiros anos da nossa vida ouvindo "verdades", aprendendo as regras do mundo, nos conformando, aprendendo a ouvir, a calar, a aceitar, a questionar só um pouquinho, a introjetar a visão de mundo do mundo, o famozérrimo senso comum.Aí êntramos na adolescência e uma descarga extratosférica de hormônios nos bagunça as ideias, os quereres e os pensares, e para não sucumbirmos enquanto indivíduos únicos nós mandamos todo o sistema às cucuias. Não conseguimos pôr nada no lugar, mas a vontade é de implodir tudo, só por raiva, só pra descarregar a energia, só pra gritar ao mundo que ele está todo errado. Nem sabemos bem o que está errado, mas está errado e que vá pras cucuias! Aí os hormônios dão uma trégua e viramos adultos. Muitos voltam ao sossego e ao enquadramento, à corrente confortável do senso comum, repetindo discursos gastos como se fossem suas próprias ideias, e muitos desses são bem felizes. Mas tem quem em si mantenha um pouco daquela rebeldia, e queira sair dos opostos "concordo com tudoo" x "discordo de tudo". E então essas pessoas olham o mundo de uma outra forma. Querem entender o que fez do mundo o mundo que o mundo é hoje, entender mesmo. E começa um processo lindo de desconstrução... Se entrar nesse caminho você sentirá o prazer e o medo de ver suas certezas se esfarelando, indo ralo abaixo, e sentirá emoções que variam de um encantamento, um apaixonamento por este mundo, a uma desesperança, um ódio da humanidade que desde que "caiu" do paraíso vem tornando a vida dos outros (que também são humanidade) um inferno.
Eu tenho uma relação estranha com o facebook. Isso nada tem de anormal, você dirá, o que não existe é ter uma relação normal com o facebook. E eu concordo.Direi-te então que olho para essa criatura com bastante curiosidade e perplexidade. Lá estão reunidos grande parte de meus conhecidos e amigos, todos juntos sem se tocar, sem se falar, todos juntos numa única tela. Lá eu vejo uns poucos diálogos, mas centenas de monólogos diários. Lá as pessoas se fazem quem querem ser, "postam" frases que acham legal admirar, notícias que as tocaram e querem compartilhar, fotos de momentos felizes com pessoas queridas. E nesse se construir voluntariamente, escolhendo que pedaços revelar e que pedaços esconder, as pessoas transparecem mais do que gostariam... E demonstram sua carência, parecendo esperar um "boa noite" do mundo quando informam que vão dormir, um "que legal!" ou pelos menos alguns "curti" quando colocam um conteúdo que consideraram fantástico. Lá todos querem dizer ao mundo como deveriam ser para o mundo ser um lugar melhor! E estão todos certos! E todos errados...Fico me perguntando se essa ansia de se mostrar ao mundo não inibe a necessidade de olhar para si mesmo... É como se falar de si, ou simplesmente postar qualquer coisa, fosse mais importante do que conhecer a si... quantas pessoas pensam três vezes sobre o que postaram, e porque postaram, e o que querem com aquilo, e se vivem de acordo com aquilo que querem que os outros vivam de acordo. sejo pessoas que não saem de dentro de si, mas estão lá se expondo, porque isso o facebook permite: você está fora de si e não está fora de si, está lá postado e bem dentro de si mesmo, sem lancar um olhar real ao outro, sem lançar um olhar real a si mesmo, mais preocupado em ser visto do que em enxergar o outro ou a si. Pessoas que não saem de verdade de dentro de si, que talvez acabem por, como disse o poetinha, morrer sem amar a ninguém, dizendo aos outros que quem de dentro de si não sai vai morrer sem amar ninguém. Porque é mais fácil "falar" do que ouvir, sempre foi...Quando entro no facebook fico procurando em mim qual é a curiosidade que me faz querer saber o que importa aos outros, qual a carência que me leva a querer que saibam que estou ali, qual o afeto que me leva a curtir uns, ignorar outros... Estar no mundo não é sair de si, conhecer-se a si mesmo e estar em contato com as próprias emoções não é estar isolado do mundo. Saiamos pois de nós, mas carregando conosco nós mesmos, sabendo que mais importante do que o olhar do outro sobre nós é o nosso olhar sobre nós e o mundo.Ou, claro, posso estar totalmente errado!

Tentar o caminho do meio...

Já disseram grandes pensadores:o caminho do meio é o melhor!No mundo do 8 ou 80, de gregos e troianos, é difícil a vida quando não queremos ser do extremo. Não quero ser 8, nem 80, nem grego, nem troiano. Nem quente demais, nem frio demais... Quero ser justo, e ser racional e ser emotivo. Quero saber o que fazer quando não conseguir tomar uma decisão, e aguentar as consequencias do que fiz sem certeza de que fiz o certo. Porque raramente há certeza, e raramente há "o certo". Vida no fio da navalha. E não quero tombar nem pra lá nem pra cá. No morno exato, o que aquece no frio, refresca no quente, que equilibra emoções loucas, que dá vida a pensamentos crus e duros. No fio da navalha tento viver a vida: que tenso! Pior que manter o equilíbrio, pior que o medo de cair, pior que a tensão é a certeza do tombo pro lado errado, a dor de não perceber a dor de quem tombado do outro lado está. Talvez se eu ampliar bem meus horizontes, abrir muito a minha mente, for capaz de aceitar até o mais bizarro e incompreensível ser, se conseguir olhar com um pouco de compaixão até para o mais miserável e cruel sujeito, se olhar através, se ver em quem posso odiar uma razão, por menor que seja, para amá-lo, talvez o fio da navalha se torne uma enorme plataforma, um tapete voador, de onde eu flutue sem medo de cair e sem ter de ser 8, ou 80.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Uma Vida em Outra Vida

Aquela era uma das muitas visitas que eu costumava fazer a morada das velhinhas – a casa dita e tida, como que, de repouso -. Eu olhava cada uma delas, e, podia sentir as suas ansiedades; os seus olhinhos brilhando em busca de encontrar seus filhos, entre os grupos de visitantes. Algumas, com sucesso, abraçavam seus familiares e se recolhiam a um cantinho para colocarem os assuntos em dia. Trêmulas, enrugadas, enfraquecidas e abandonadas.

Meditei no quanto se doaram durante suas vidas; em suas renúncias, em todos os sentidos. Algumas, até mesmo, do próprio alimento, para livrarem os filhos da dor da fome.

Pensar, que cada filho deve a sua existência primeiramente a Deus, e, a quem Ele escolheu, para lhes gerar. Fato é que muitas mães não souberam cumprir o seu papel como deveriam.Não si valorizaram e, tampouco, aos filhos. Porém, quantas mães ‘verdadeiras’, jamais se separaram dos seus filhos... ao invés disso, renunciaram a uma vida melhor por eles.Entretanto, ao chegarem a idade em que mais precisam de afeto e aconchego familiar, se viram despojadas por esses filhos, de tudo quanto, construiram em vida.

Poderiam passar os seus últimos anos, convivendo com os netos. Pois, toda a dedicação prestada aos filhos no longo percurso de suas caminhadas, seriam enfim, compensadas.

As desculpas que esses filhos costumam dar para se verem livres dos “pesados fardos” são as mais convincentes possíveis. Desde o fato de não terem tempo para cuidar dela, por trabalharem e não terem como deixá-la só, até o curioso fato de estarem atendendo ao pedido da própria mãe, que, assim decidiu.

Ora, como pode uma mãe, que, quando com vigor, renunciou a tudo, para que, pudesse estar sempre ao lado do filho, resolver se afastar dele e da família, para viver seus últimos dias na solidão? 

Casa de repouso não é hotel.Nada se compara ao aconchego do lar.., a menos que esse tenha deixado de ser. 

O que mais pode alegrar a uma pobre e velha mãe, senão, usufruir do lar, dos filhos e netos? Sabemos, porém, que na maioria das vezes são as noras, as esposas desses filhos, que costumam com um jeitinho ‘AntiDeus’, dobrar os seus esposos aos seus caprichos - “Sua mãe estará convivendo com gente da mesma idade, vai ser ótimo pra ela.”

Gente da mesma idade! 
Todos sonolentos, ranzinzas, alguns briguentos, queixosos, chorões, doentes e outros que já morreram e, ninguém se apercebe, estando num cantinho isolados, clamando em seus espíritos pela hora de seus funerais, que será num caixão barato, pois, o salário deles, dirigido pela ‘casa de repouso’ não dará para nada melhor. Será que o seu filho e/ou filha comparecerá? Ou estarão dando tudo de si, aos seus pequenos e amados filhos...?

Ouvi uma voz eufórica vinda de uma anciã, que, corria para abraçar uma jovem senhora que, caminhava em sua direção:
– ”Minha filha, minha filha! Você veio... Filha!
E, com tristeza, vi a jovem senhora abraçar outra anciã, que, se encontrava próxima a velhinha eufórica. 
Fiz um sinal para uma irmã da Igreja, que nos acompanhava nessa visita.Ela entendeu: caminhou para a velhinha e a abraçou, dizendo: – Estou aqui...! Estou aqui!
E as duas choraram juntas.

A gratidão é a maior medida do caráter de uma pessoa. Uma pessoa grata é uma pessoa fiel, não te abandona, está sempre contigo. Nela você sempre pode confiar.Os nossos inimigos são vulgarmente aqueles a quem devemos, ou que nos devem ingratidão.A gratidão desbloqueia a abundância da vida. Ela torna o que temos em suficiente, e mais. Ela torna a negação em aceitação, caos em ordem, confusão em claridade. Ela pode transformar uma refeição em um banquete, uma casa em um lar, um estranho em um amigo. A gratidão dá sentido ao nosso passado, traz paz para o hoje, e cria uma visão para o amanhã.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Um Lobo e sua Alcateia

Fala pessoal, estou sumido do blog mas em boa causa (apesar de eu achar que você se quer percebeu que tinha apenas um cara fazendo posts).As últimas semanas (fins de semana apenas, pois eu trabalho) eu estava preparando uma série de atividades.....! A Vida de Um Advogado Administrador e Tecnólogo não é fácil como pode parecer...Tenho que ganhar dinheiro para minha familha ela esta crescendo rapidamente. Em quanto uns se separam das queridas outro se juntam as queridas e assim vamos levando a vida ...deixa a vida me levar mas ante que me levem a  minha sou eu que estou no comando por enquanto ....Um sonho hoje e uma realidade amanha. Sempre fui uma pessoa na frente do meu tempo vejo com olhar de aguia e tenho faro de leão enganar o velho Lobo não é fácil ...quem pensa em eternidade parau no tempo quero minha alcateia unida e perto de min os que se desgarraram que saim da frente um dia a gente se encontra no caminho e cuidado que to com uma garrar afiada.
Aguardo contado com meu amigo Lobo La de Santa Rosa para aquela super Cervejada.....não vai dar furo Irmão Lobo nossa alcateia precisa se reunir para devorar umas ovelhas e beber o néctar dourado dos Deuses!!! Saudades Lobo de Santa Rosa no aguardo dos Lobos da Família.

Pesquisar este blog