terça-feira, 13 de novembro de 2012
Para os leitores.....Sou EU..!!!
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...Que ele é superior ao ódio e ao rancor, que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...ditas por pessoas que não acreditaram em mim e no meu potencial...Hoje tenho toda as provas que eles sempre pedirão 3 níveis superiores um trabalho maravilhoso uma família maravilhosa e quatro Amores 3 meus e um adotado...Eu sempre acreditei em mim aos que duvidaram ...Receba um sinto muito mas vocês eté me ajudaram a conquistar minhas vitorias...Eu sou aquilo que falo e sinto.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Quatro velas queimavam pacificamente, numa sala tão silenciosa que se podia ouvir o diálogo entre elas.
- Eu sou a Vela da Paz. – dizia uma delas – E apesar da minha Luz, as pessoas não são capazes de me manter acesa.
E a sua chama era, de facto, fraca. A pouco e pouco, a sua Luz diminuiu, até se extinguir completamente.
- Eu sou a Vela da Fé. – disse uma outra – E apesar da minha Luz, as pessoas já não acreditam mais em mim.
E a pouco e pouco, a sua Luz também diminuiu, até se apagar. Baixinho e muito triste, a terceira vela também se manifestou:
- Eu sou a Vela do Amor. E apesar da minha Luz, parece que as pessoas já não me querem mais.
E a pouco e pouco, a sua chama diminuiu e apagou-se.
Nisso, veio uma criança. Ela entrou na sala escura, iluminada apenas por uma vela. A criança aproximou-se desta vela:
- Está tão escuro aqui dentro… – comentou ela – Vou acender as outras velas.
E com aquela última vela, a criança acendeu as outras três. Em breve, as chamas das quatro velas acesas iluminavam o seu rosto sorridente.
- Eu sou a Vela da Esperança. – murmurou a quarta vela – Enquanto houver Luz em mim, haverá sempre uma chama para acender todas as velas do mundo.
- Eu sou a Vela da Paz. – dizia uma delas – E apesar da minha Luz, as pessoas não são capazes de me manter acesa.
E a sua chama era, de facto, fraca. A pouco e pouco, a sua Luz diminuiu, até se extinguir completamente.
- Eu sou a Vela da Fé. – disse uma outra – E apesar da minha Luz, as pessoas já não acreditam mais em mim.
E a pouco e pouco, a sua Luz também diminuiu, até se apagar. Baixinho e muito triste, a terceira vela também se manifestou:
- Eu sou a Vela do Amor. E apesar da minha Luz, parece que as pessoas já não me querem mais.
E a pouco e pouco, a sua chama diminuiu e apagou-se.
Nisso, veio uma criança. Ela entrou na sala escura, iluminada apenas por uma vela. A criança aproximou-se desta vela:
- Está tão escuro aqui dentro… – comentou ela – Vou acender as outras velas.
E com aquela última vela, a criança acendeu as outras três. Em breve, as chamas das quatro velas acesas iluminavam o seu rosto sorridente.
- Eu sou a Vela da Esperança. – murmurou a quarta vela – Enquanto houver Luz em mim, haverá sempre uma chama para acender todas as velas do mundo.
domingo, 11 de novembro de 2012
Nem sempre o Melhor!!!!
Estamos obcecados com "o melhor". Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor". Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho. Bom não basta. O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor". Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter. O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego. Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis. Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? .Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos. A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito. As pessoas que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que as perssoas"perfeitas". As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo... O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem. O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer. Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebe?
Nunca.
Nunca espere muito de uma pessoa , pois ela sempre vai te decepcionar. Nunca subestime uma pessoa, Pois ela sempre pode te surpreender. Nunca ame demais uma pessoa, pois nunca sabemos de nada quando se trata de amor, e se você amar demais e surgir um adeus o seu mundo desaba. Nunca odeie profundamente uma pessoa, pois esse sentimento sempre te leva pra trás. Nunca fale nunca mais, pois se você cuspir pro alto cai na cara,e sempre que surgir um nunca mais, você volta a trás,e comete os mesmos erros. Nunca diga para sempre, pois isso envolve muito tempo, e não sabemos nem do dia de hoje, quem dirá o dia de amanha.
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