Não me calarão
jamais. Ainda sou um cidadão brasileiro, consciente de minhas obrigações e de
meus direitos. Ainda tenho a liberdade de dizer o que penso, mesmo que isso
contrarie a muitos. Estou farto dessa
mistificação com que encobrem descaradamente a realidade brasileira. Estou farto
desses discursos demagógicos, dessas pesquisas que não condizem com a verdade
que vivenciamos no dia a dia, farto de estatísticas que colocam falsamente a
minha Pátria num patamar fictício como se, realmente, ela estivesse crescendo.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Escreva e mude alguma coisa....!
Brigue comigo, discorde, faça
o que quiser mas, por favor, PENSE e AJA.Quem sabe não seja você uma
alavanca para mover o mundo! Que sabe não lhe falte apenas uma
alfinetada no ego...Quem sabe você consiga unir as colunas desse
alicerce: pais, mestres e educandos num mesmo ideal. Jamais colocar uns
contra os outros para fugir da culpa que cabe a todos nós. Humildade
para reconhecer os erros e vontade de mudar tudo em torno desse ideal
farão desse tripé a força para exigir dos órgãos governamentais
ATITUDES, não discursos eleitoreiros populistas. Afinal, não vivemos sob a égide da democracia? E
democracia não é o governo do povo, pelo povo e para o povo? Ou não?
Exigir não é apenas um direito nosso. É DEVER.
Exija
de você, antes de exigir dos demais.
Sou de Familia!
Você, homem, tão voltado para
o seu luxo e conforto, faz do emprego e da luta pela subsistência, pelo
"mais", por tudo o que a matéria lhe proporciona de prazer, uma
verdadeira obsessão. Esquece a sua base, a sua esposa, os seus parentes,
os seus amigos. Esquece que eles precisam da sua atenção, do seu amor,
da sua presença, da sua constância, do seu exemplo, muito mais dos que
os reais que você lhes oferece no final do mês. Claro que todos precisam
disto, mas não como objetivo único, como se dele dependesse todos os
demais. E você, que fala tanto em ser feliz, esquece que a felicidade é
um estado de espírito e que, estado de espírito só se fortalece quando
for alimentado com o amor e o amor implica em doação. Se você se
doa somente ao trabalho (que é apenas uma das necessidades do ser
humano) que tipo de felicidade pode dar a si mesmo? Você, que fica tão
emocionado ao tomar nos braços o seu primeiro filho, desconhece que essa
emoção precisa "continuar" através de demonstrações, não só de
presentes, mas pelo fortalecimento desse laço, dessa união. Esquece que
a sua presença é "marcante" e imprescindível? Esquece que esses laços
precisam ser fortes para formar sua prole consciente para não se deixar
levar por essa turba social inconseqüente, para que não se perca no
caminho, para que não se junte a esse bando de despreparados que caminha
para um fim trágico que ninguém deseja, mas também nada faz para
impedir? Você, na ânsia de ser feliz, esquece toda a sua vida, o seu
lugar, a sua "construção" e se entrega a qualquer paixão como se
felicidade fosse apenas um prazer momentâneo. E vai amargar o desgosto
depois. Algum imbecil disse uma vez que não haverá problema algum para
os filhos de pais separados e os "interessados" aplaudiram porque era de
seu interesse. Virou moda. O conveniente gritou mais alto que a verdade.
Basta observar. Olhe ao redor, confira. Olhe lá dentro de você.
Pergunte-se? Encontre soluções.
Muita Vergonha na Cara! Sou do Bem...!!!
Por que sou obrigado a ver e conviver com essa
degradação humana, com essa onda de insensatez, com essa total inversão de
valores, com esse ódio que cada qual abraçou pelo seu semelhante, visto que só
o hoje é o que vale, só o "eu" é importante? Que mundo é este? Que
espécie de convívio degradante o bicho homem escolheu para usufruir da dádiva
de "viver"? Encolhido em sua casca, numa total ausência de coragem,
numa aceitação tácita dos vícios que corrompem a sociedade e diretamente o
atinge, o homem não reage, não luta, entregue ao poder cego que constrói seus
alicerces sob o manto de uma justiça falida e inoperante, porque o povo
preferiu, na sua santa imbecilidade, achar que apenas Deus deve operar o
milagre da transformação. Por certo, esse aí não é o "meu Deus". O
"meu Deus" deu-me de presente, toda a capacidade de raciocínio, as
opções de escolha, os instrumentos para que eu desfrutasse da maravilha que
poderia ser o convívio humano. O "meu Deus" faz milagres em mim
quando enfraqueço, mas tenho certeza de que espera de mim, no mínimo, que eu
percorra os caminhos do bem e da verdade.
Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
| Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta
a seus discípulos: Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles. ... - Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.E o mestre volta a perguntar:- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.Então ele esclareceu:- Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olhar, e basta. Seus corações se entendem.É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.Por fim, o pensador conclui, dizendo:-Quando vocês discutirem, não deixe que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta. |
Não julgue.
| respeitar as opções dos outros, em qualquer aspecto... |
Um indivíduo estava a colocar flores no túmulo de
um familiar, quando vê um chinês a colocar um prato de arroz na lápide ao
lado.
Vira-se para o chinês e pergunta-lhe: - Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz? E o chinês responde: - Sim, assim que o seu vier cheirar as flores! Moral da História: "Respeitar as opções dos outros, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem e pensam de forma diferente". Portanto, não julgue... Tente apenas compreender... |
Uma Ideia para Hoje!
Amanhã, amanhã não hoje!
Dizem todos os preguiçosos
Christian Felix Weiss (1800)
O adiamento.
No mundo atual as preocupações com propriedade, sucesso financeiro e posição social são constantes. Existe a pressão de se conquistar boas remunerações e adquirir bens materiais, por questões históricas de sobrevivência e “status”, sendo que os reconhecimentos da comunidade advêm como decorrência dessas conquistas.
A convivência com outros valores fica postergada a um segundo plano. É decepcionante a falta de mais exemplos fraternos, filantrópicos e espiritualizados. A luta pela sobrevivência material desbanca qualquer tentativa de, sensibilizar uma pessoa para avaliações espirituais e, quando isto ocorre, normalmente resulta de um fato externo: a constatação de uma doença incurável, o choque de uma desilusão emocional ou de uma perda irreparável e significativa, como a morte de um ente querido.
Os componentes da Arte Real podem e devem contribuir para modificar este quadro. O melhor exemplo é, ainda, o mais influente impacto.
Acreditamos que, se ocorrer a propagação de bons exemplos, o resultado deverá ser positivo. Nada é difícil, se olharmos para nós mesmos e depois repararmos que existem, ao redor, outros menos favorecidos.
É muito pouco o que temos a dar: Bom modelo de comportamento em atitudes e realizações, demonstrações de amor ao próximo e a transmissão da crença em um ser superior. Estes são valores que possibilitam estarmos em condições de contribuirmos para um melhor AMANHÃ.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Talvez......
Talvez
amanhã o que o hoje te negou chegue manso e silencioso. Nem as paredes ouvirão as
tuas exclamações, tampouco os ventos perceberão as mutações. Um canto novo será
a tua maior ousadia e sentirás toda a beleza do despertar do dia. Haverá uma
nova expressão no teu olhar cansado, um viço diferente no rosto que teu espelho
esqueceu no distante passado, uma leveza nos teus passos, uma entrega total em
teus abraços, um sorriso que não mais refletirá tua mágoa e tua dor. Então
entenderás a magia que só o amor irradia. Amanhã, talvez amanhã, nem mais um
eco de agonia fará a outros tantos, companhia, pois a causa extinta bloqueará
qualquer consequência. Tu serás, simplesmente, a essência. Amanhã, talvez amanhã...
Ou depois, quem sabe!?
domingo, 14 de outubro de 2012
Talvez a inveja seja o pior dos sentimentos! O invejoso não tem limites, ele mente, calunia, trai, trapaceia, bajula e sofre terrívelmente com o seu complexo de inferioridade! A baixa autoestima é um dos sintomas da inveja. O invejoso faz questão de estar perto de suas vítimas, para ter certeza de que os seus desejos malignos se concretizarão! São vampiros! Deus nos livre deles!
A PIOR PRAGA DO MUNDO
Sem querer, comecei a pensar em alguns relacionamentos que conheço; da postura de algumas pessoas diante do sucesso das outras, e diante de suas próprias fraquezas e frustrações. Lidar com pessoas é sempre uma caixinha de surpresas. Assim como encontramos gente de boa índole, gente que prima pela seriedade de seus atos, encontramos, também, pessoas que atravessam nosso caminho e que não são lá grande coisa; são os invejosos e os mentirosos que dão a vida por uma boa intriga. São os destrutivos; sua felicidade se completa com a infelicidade dos outros. Estas pessoas têm um olhar malicioso, desorientado, que não só querem algo para si, mas, principalmente, querem que o outro não tenha nada, que se dane. Tanto faz ser um objeto, um status ou uma qualidade de alguém; o que interessa é odestruir. E, naturalmente, espalham seu veneno e contagiam alguns ao seu redor. Onde existe um invejoso e um mentiroso tá feita a festa, está plantada a discórdia. Muitas vezes, somos julgados injustamente; somos acossados sem sabermos a razão. Não raro, temos um amigo, parente ou colega de trabalho que nunca parou pra pensar em certas atitudes que tomou. Nunca parou pra pensar se o que ouviu, através de alguém, seria verdadeiro ou não. Jamais questionou a verdade, apenas aceitou o que lhe chegou aos ouvidos covardemente. O mentiroso tem uma força tão doentia para se fazer acreditar que consegue carregar um rebanhoconsigo. Por que razão uma pessoa que se sente atingida não vai atrás da verdade? Por que será que tantas pessoas atingidas se recolhem e acreditam num caluniador, não dando nenhuma chance de explicação e de defesa ao outro? Pois é: nesta hora ninguém sabe, ninguém vê. E os que vêem, calam. E sabemos que os que calam consentem. E agem assim porque não quererem se incomodar; preferem se calar em nome de sua insegurança e de sua paz.
Com o passar dos anos morre a amizade, morre o carinho e o companheirismo. Assim enterra-se um relacionamento antigo, graças aos destrutivos. A inveja é um dos mais detestáveis sentimentos, pois traz consigo a provável destruição do outro, que nem está sabendo do jogo, de uma armação planejada.
BRASIL DE MUITO SOFRIMENTO..HELP..QUERO SAIR DO MUNDO.......EM BUSCA DE JUSTIÇA!
Anualmente consulto o oftalmologista. Há muitos anos, é sempre o mesmo. Na época em que tinha que aferir se as lentes dos meus óculos ainda estavam boas, soube que o médico encontrava-se no exterior. E que, por um ano, ficaria ausente do país. Então, marquei consulta com outro especialista. Mas não achei nada confortável consultar com um desconhecido. O médico escolhido para a consulta tinha seu consultório instalado dentro de uma clínica oftalmológica, localizada num dos bairros nobres da cidade. Na recepção da clínica, fui atendido por uma elegante recepcionista. Ela pediu-me que aguardasse a chamada. Foi o que fiz. Logo o meu nome foi pronunciado por uma delicada voz feminina. Entrei no consultório do médico desconhecido. Um homem alto fez sinal para que me sentasse. A cadeira era parte de uma peça única de duas cadeiras, uma frente à outra, tendo ao centro um suporte para a colocação do queixo. O médico pediu-me para colocar o queixo no suporte. Em seguida, olhou os meus olhos, um de cada vez, através de uma lente luminosa. Depois, dirigiu-se à escrivaninha ao lado, onde escreveu alguma coisa num receituário. Entregou-me o papel e indicou-me a porta. Já no corredor, ouvi, pela primeira vez, a voz do oftalmologista: "o laboratório para os exames fica no andar de baixo!". Saí do consultório, sem ir ao laboratório. Já acomodado no carro, e ainda espantado ante o atendimento do médico, concluí que a "síndrome do SUS" já havia atingido os usuários dos planos de saúde - para meu azar.
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